Wednesday, 21 December 2022

Metal estilo que nunca morre

 

Falar sobre metal no século XXI é reconhecer um estilo de vida que está longe de desaparecer. Embora possa haver uma fusão de novos elementos ao velho Heavy Metal, é impossível que ele acabe, pois os amantes do metal são sempre fiéis ao estilo.
Eu, Lydia Dircksheneider, sou uma metaleira há mais de 38 anos e continuo apaixonada por ele até hoje. Tive a oportunidade de participar de vários festivais de metal em São Paulo e no Rio de Janeiro nas décadas de 90 e 2000.
Presenciei shows de bandas icônicas como Iron Maiden, Kiss, Slayer, Megadeth, Alice Cooper, Ugle Kid Joe, Rolling Stones no estádio do Maracanã em 1995, durante o Festival Hollywood Rock Inconcert, além da banda Sepultura, Ozzy Osbourne e outras.
Na Argentina, tive a sorte de assistir ao show da banda Boanerges, que é um expoente do metal cristão e realiza um excelente trabalho ao longo de mais de 30 anos de carreira.
Aprecio tanto bandas de heavy metal antigas quanto contemporâneas, pois há uma ampla variedade de bandas tanto do passado quanto do presente.
O estilo metal está sempre em destaque, com inúmeros shows ao redor do mundo. Tenho um grande apreço por subgêneros como Trash metal, speed metal, White metal e Power metal.
Para ilustrar, na Alemanha, há o festival chamado Wacken Open Air, que reúne anualmente várias bandas do cenário do metal, tanto as antigas quanto as emergentes.
O metal é um estilo apreciado tanto por pessoas mais velhas que cresceram com ele quanto pelos mais jovens. No entanto, atualmente, falar sobre metal pode gerar controvérsias, devido ao gosto de algumas pessoas por outros estilos musicais.
No Brasil, há uma grande variedade de estilos musicais, que muitas vezes influenciam os jovens, não necessariamente por sua autenticidade, mas pela sonoridade diferenciada que oferecem.
No entanto, aqueles que realmente gostam de metal nunca abandonarão esse estilo por causa de modismos impostos pela sociedade moderna.
Eu afirmo que o metal é para sempre, e continuaremos a ouvi-lo até o fim de nossas vidas.
 
Escrito por Lydia Dircksheneider

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